Material de base
- A carteira de obras
- As planilhas contratuais
- Os cronogramas
InícioImplantação
ImplantaçãoDo diagnóstico da carteira de obras à reconciliação com o Obrasgov.br, a implantação é feita junto com a equipe do órgão, que aprende o sistema no uso, com acompanhamento e com o manual dentro do produto.
Cada passo deixa o órgão mais perto de ter toda a carteira de obras no mesmo cadastro, conferido com o governo federal.
Levantamos a carteira de obras do órgão, os contratos em andamento e os identificadores do Obrasgov.br que as obras já possuem. É o retrato de partida da implantação.
Definem-se os perfis, o regulamento, as tabelas de referência, o licenciamento por ente e o fundo de mapa. O licenciamento parte de modelos das 27 UFs e do nível federal, e a política de avisar ou bloquear é escolha do órgão.
Entram as planilhas contratuais, os cronogramas e a localização das obras. A carga é feita por planilha e arquivo, a partir do que o órgão já mantém no sistema atual.
Fiscais e gestores passam a trabalhar no sistema, com acompanhamento da equipe do CUSTOGOV. O manual do usuário fica dentro do produto, com a indicação de onde fica cada coisa no menu.
O cadastro do órgão é conferido com o Obrasgov.br pela API pública, pelo identificador único de cada obra. As divergências de situação, percentual e localização são listadas.
O que o órgão já mantém sobre as suas obras é a matéria-prima da carga inicial.
Sem servidor para instalar e sem programa para distribuir: a equipe entra pelo navegador.
O CUSTOGOV funciona na Microsoft Azure, região Brasil Sul. Não há nada a instalar no órgão.
Cada órgão tem o seu domínio próprio. O produto é navegável por teclado e tem temas claro e escuro.
Cada órgão enxerga só os próprios dados, por regra do banco. A exportação segue os formatos do Obrasgov.br.
A equipe do órgão trabalha no sistema com acompanhamento. O manual do usuário está dentro do produto, com “onde fica cada coisa no menu”.
O prazo de implantação e o modelo de contratação são definidos com o órgão na proposta.
Com o identificador do Obrasgov.br de uma obra, mostramos o cadastro conferido com o governo federal, a obra no mapa e a medição conferida no modelo.
A carga inicial é feita por planilha e arquivo: planilhas contratuais, cronogramas e localização das obras. Os dados cadastrais também entram por arquivo JSON e planilha, no vocabulário do Obrasgov.br.
Fiscais, gestores e a equipe de contratos do órgão. As contratadas entram pelo responsável técnico. O acesso a cada contrato é pelo vínculo: quem não tem vínculo não vê o contrato.
O CUSTOGOV exporta os dados (planilha e JSON no vocabulário do cadastro; shapefile zipado e WKT com metadados) e reconcilia, lendo a API pública pelo identificador único e listando as divergências. A escrita direta por serviço web depende de credencial concedida pelo Ministério da Gestão (MGI) ao órgão.
Em nuvem, na Microsoft Azure, região Brasil Sul. Cada órgão enxerga só os próprios dados, por regra do banco de dados, e os dados são exportáveis nos formatos do Obrasgov.br.
Sim, pelo responsável técnico. A contratada registra o que cumpre, como o atendimento das condicionantes e as licenças da própria atividade, e altera só o que é dela. Quem executa não atesta, e o que o órgão impôs não se reescreve.
Não. Os arquivos de projeto (DWG e KMZ) e os modelos IFC entram quando o órgão os tem. A localização das obras vem na carga inicial e já põe a carteira no mapa. A conferência e a medição pelo modelo dependem de haver um modelo IFC do contrato.
A implantação termina com o cadastro do órgão conferido com o Obrasgov.br e com cada obra no mapa. No sistema, a equipe acompanha o ciclo completo da obra: orçamento, contratações, contratos, medições e pagamentos.
Com o identificador do Obrasgov.br de uma obra, mostramos o cadastro conferido com o governo federal, a obra no mapa e a medição conferida no modelo.